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Verão termina com chuvas e temperaturas ligeiramente abaixo da média

23/03/2026 13:41 - Segunda-feira

O verão 2025/2026 começou em 21/12/2025 às 12h03 e terminou em 20/03/2026 às 11h45 da manhã. A estação tem como principal característica as altas temperaturas e as fortes chuvas no decorrer das tardes.

De acordo com os dados do Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas - CGE da Prefeitura de São Paulo, órgão ligado à Secretaria Municipal de Infraestrutura Urbana e Obras (SIURB), o verão 2025/2026 foi marcado por chuvas irregulares e poucos dias de calor intenso. Diferente do verão 2024/2025 que registrou fortes e prolongadas ondas de calor, mas também transcorreu com chuvas mal distribuídas o que contribuiu para que a média ficasse ligeiramente abaixo.

De acordo com dados do CGE da Prefeitura de São Paulo, foram 627,4mm de chuva, sendo que o esperado eram 663,8mm, o que corresponde a aproximadamente 5,5% abaixo da média.

O verão 2025/2026 transcorreu sob efeito do fenômeno La Niña, que tem como principal característica o esfriamento anômalo das águas superficiais do Pacífico Equatorial. “Portanto, mesmo com fraca intensidade, podemos afirmar que a La Niña influenciou a estação, principalmente na questão das chuvas irregulares e da ausência de ondas de calor intenso e prolongado”, explica o meteorologista do CGE da Prefeitura de São Paulo, Michael Pantera.

Fazendo uma breve análise dos meses que compõe o verão, dezembro apresentou temperaturas mínimas e máximas em torno da média. Com relação às chuvas, transcorreram de forma fraca e isolada, porém, com alguns temporais mais generalizados. Foram registrados 177,3mm em média na cidade, o que corresponde a aproximadamente 3,7% abaixo dos 184,2mm esperados para o mês. Ao todo foram 25 dias com registro de precipitação, boa parte com acumulados diários abaixo de 5mm. Do dia 21/12 que marca o primeiro dia do verão até dia 31/12 foram seis dias com estado de atenção para alagamentos e nenhum dia com estado de alerta para transbordamentos.

Janeiro apresentou temperaturas mínimas variando em torno da média na primeira metade do mês, mas a segunda quinzena registrou valores majoritariamente abaixo do esperado. Já as máximas tiveram um comportamento ligeiramente diferente, se alternando entre valores abaixo e acima da média ao longo do mês. Com relação às chuvas, janeiro terminou com 256,3mm em média na cidade, o que corresponde a insignificantes 0,04% abaixo dos 256,4mm esperados. O mês teve apenas dois dias sem chuva e 29 com precipitação, boa parte com acumulados diários abaixo de 10mm. Em janeiro foram 15 dias com estado de atenção para alagamentos e dez com estado de alerta para transbordamentos.

Já fevereiro apresentou temperaturas mínimas variando em torno da média na maior parte do período, apenas com algumas madrugadas mais frias no final. As máximas tiveram um comportamento ligeiramente diferente, já que alternaram valores abaixo e acima da média, mas com prevalência de valores na faixa abaixo do esperado. Com relação às chuvas, fevereiro registrou 193mm de média na cidade, o que corresponde a 11,1% abaixo dos 217,2mm esperados e teve apenas dois dias sem índice pluviométrico. Ao todo foram 26 com registro de precipitação, boa parte com acumulados diários abaixo de 10mm. Por outro lado, os dias primeiro, três e sete apresentaram chuvas mais volumosas, com acumulados diários superiores aos 20mm. Fevereiro teve 14 dias com estado de atenção para alagamentos e cinco dias com estado de alerta para transbordamentos.

Março, o último mês do verão, começou com tempo seco, o que mudou rapidamente entre os dias seis e 12, período em que a cidade foi atingida por intensos temporais. Após esses eventos, a segunda quinzena voltou a apresentar poucas chuvas. Março teve quatro dias com estado de atenção dentro do verão e três com estado de alerta para transbordamentos.

O CGE da Prefeitura de São Paulo mantém dados de chuva na capital paulista desde 1995, e segundo esses dados, os anos em que o verão foi mais chuvoso, são:

1995/1996: 922,4mm

2018/2019: 894,3mm

1998/1999: 876,1mm

2009/2010: 855,1mm

2014/2015: 790,5mm

Já os menos chuvosos foram:

2017/2018: 413,4mm

2007/2008: 528,8mm

2000/2001: 545,7mm

2002/2003: 560,1mm

2004/2005: 575,9mm

Os dias mais chuvosos em cada mês do verão, segundo dados do CGE da Prefeitura de São Paulo, foram:

30/12/2025: 17,3mm de média na cidade;

15/01/2026: 38,6mm de média na cidade; O dia mais chuvoso do verão;

07/02/2026: 28,8mm de média na cidade;

12/03/2026: 28,0mm de média na cidade;

A maior chuva já registrada na cidade, desde 1995 de acordo com dados do CGE da Prefeitura de São Paulo, ocorreu durante o verão 2019/2020, no dia 10/02/2020 com 92,4mm de média na cidade.

A média de temperatura durante o verão 2025/2026:

Dezembro de 2025:

Mínima média esperada: 18,7°C na cidade; mínima média registrada: 19°C na cidade;

Máxima média esperada: 28,2°C na cidade; máxima média registrada: 29,8°C na cidade;

Janeiro de 2026:

Mínima média esperada: 19,4°C na cidade; mínima média registrada: 18,2°C na cidade;

Máxima média esperada: 28,8°C na cidade; máxima média registrada: 28,1°C na cidade;

Fevereiro de 2026:

Mínima média esperada: 19,5°C na cidade; mínima média registrada: 19,3°C na cidade;

Máxima média esperada: 29,4°C na cidade; máxima média registrada: 27,9°C na cidade;

Março de 2026:

Mínima média esperada: 19°C na cidade; mínima média registrada: 17,3°C na cidade até o dia 19/03;

Máxima média esperada: 28,5°C na cidade; máxima média registrada: 26,3°C na cidade até o dia 19/03

Ainda de acordo com análises dos meteorologistas do CGE da Prefeitura de São Paulo, que mantém dados de temperatura na cidade desde 2004, o verão mais quente foi o de 2013/2014. “Analisando os meses de janeiro e fevereiro, já que são os mais quentes da estação, e fazendo uma média, é possível constatar que 2014 teve mínima média de 20,1°C e máxima média de 31,7°C, sendo que o esperado eram mínima média de 19,5°C e máxima média de 29°C”, explica Pantera. “Já o verão 2024/2025 registrou mínima média de 19,7°C e máxima média de 30,1°C, sendo que o esperado era 19,5°C e 29°C respectivamente, também fazendo uma análise dos meses mais quentes da estação que são janeiro e fevereiro”, finaliza o meteorologista do CGE da Prefeitura de São Paulo.

De acordo com dados do CGE da Prefeitura de São Paulo, os recordes de temperatura no verão 2025/2026 ocorreram em:

Menor média mínima: 15,2°C na cidade dia 21/01/2026;

Menor mínima absoluta, aquela registrada em um único local: 11,9°C na estação meteorológica Parelheiros-Barragem, Zona Sul, dia 28/02/2026;

Maior mínima média: 21,5°C na cidade dia 12/01/2026;

Maior mínima absoluta, aquela registrada em um único local: 23,8°C na estação meteorológica de Mooca, Zona Leste, dia 12/01/2026;

Maior máxima: 34,2°C na cidade dia 10/01/2026;

Maior máxima absoluta, aquela registrada em um único local: 36,4°C na estação meteorológica da Mooca, Zona Leste, dia 10/01/2026;

Menor máxima média: 21,2°C na cidade, dia 05/01/2026;

Menor máxima absoluta, aquela temperatura registrada em um único local: 17,6°C na estação meteorológica de Parelheiros-Barragem no dia 22/01/2026.

O outono é a transição entre o clima chuvoso e quente do verão e o período frio e seco do inverno e tem como principal característica a redução gradual das chuvas e diminuição das temperaturas. No decorrer da estação, a frequência de nevoeiros e eventuais geadas, principalmente com a aproximação do inverno, é maior.

“O outono termina em 21/06/2026 às 05h24 da manhã e deve começar com uma condição de neutralidade climática, entretanto as últimas análises do IRI/CPC indicam a possibilidade de desenvolvimento do fenômeno El Niño ao longo da estação”, explica Pantera. “Os modelos numéricos de previsão mostram ainda que os próximos meses devem apresentar chuvas e temperaturas ligeiramente acima da média na Grande São Paulo, lembrando que historicamente nessa época do ano os volumes de precipitação diminuem significativamente”, finaliza o meteorologista do CGE da Prefeitura de São Paulo, Michael, Pantera.


Outono começa nesta sexta-feira (20) às 11h45

17/03/2026 18:09 - Terça-feira

O outono começa nesta sexta-feira (20) às 11h45, e têm como principal característica a diminuição das chuvas e temperaturas mais amenas para a capital paulista. De acordo com os dados do Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas - CGE da Prefeitura de São Paulo, órgão ligado à Secretaria Municipal de Infraestrutura Urbana e Obras (SIURB), são esperados 201,0mm de chuva durante toda a estação, que termina em 21/06/2026 às 05h24 da manhã.

“Os modelos numéricos de previsão estendida, indicam que não teremos a interferência dos fenômenos fenômeno El Niño, caracterizado pelo aquecimento anômalo das águas superficiais do Pacífico Equatorial, e nem do La Niña, que esfria às águas do Pacífico Equatorial, ou seja, será um outono com neutralidade climática”, explica o técnico em meteorologia do CGE da Prefeitura de São Paulo, Adilson Nazário. “São esperadas chuvas e temperaturas dentro da média climatológica, porém, há uma tendência gradual de desenvolvimento do fenômeno El Niño, o que pode favorecer alguns períodos de calor ao longo da estação”, complementa Nazário. Vale lembrar também, que no outono de 2025, neutralidade climática choveu cerca de 257,7mm, que representa 28,2% acima da média da estação que é de 201,0mm.

De acordo com dados do CGE da Prefeitura de São Paulo, que têm dados de chuva na capital paulista desde 1995, os outonos mais chuvosos foram:

2012: 406,8mm

2017: 357,1mm

2016: 327,1mm

Já os menos chuvosos foram:

2000: 50,2mm

2020: 68,5mm

2003: 91,8mm

 

A média das temperaturas mínimas e máximas esperadas durante o outono, de acordo com o CGE da Prefeitura de São Paulo, são:

Abril: Mínima média em 17,3°C; máxima média: 26,3°C;

Maio: Mínima média em 14,6°C; máxima média: 23,7°C;

Junho: Mínima média em 13,4°C; máxima média: 23,0°C;

Os recordes de temperatura ocorridos dentro do outono, de acordo com o CGE da Prefeitura de São Paulo, que mantém esses dados desde 2004, são:

Menor mínima média: 3,5°C na cidade em 13/06/2016;

Maior máxima média: 32,4°C na cidade em 04 e 05/05/2024;

Menor mínima absoluta: -0,6°C na estação meteorológica de Capela do Socorro, Zona Sul, em 13/06/2013;

Maior máxima absoluta: 37,6°C na estação meteorológica de Parelheiros, Zona Sul, em 08/04/2005;

O outono se caracteriza pela redução gradual das chuvas e diminuição das temperaturas. Marca também a transição entre o clima chuvoso e quente do verão e o período frio e seco do inverno.

No decorrer da estação, a frequência de nevoeiros e eventuais geadas, principalmente com a aproximação do inverno, é maior. “Nesse período, as madrugadas começam a ficar mais frias, enquanto ao longo do dia o sol favorece a elevação das temperaturas, provocando grande amplitude térmica, ou seja, diferença das temperaturas máximas e mínimas registradas em um mesmo período”, comenta Nazário

É também durante o outono que ocorrem as primeiras ondas de frio, provocadas pela incursão das massas de ar polar. “Segundo os modelos numéricos de previsão estendida, as primeiras massas de ar frio mais intensas só devem aparecer a partir da segunda quinzena de maio”, explica Adilson Nazário. “Abril deve seguir com clima de verão, ou seja, abafado, com pancadas de chuva nas tardes e sem frio intenso na capital paulista”, finaliza o técnico em meteorologia do CGE da Prefeitura de São Paulo.


Fevereiro termina com chuvas e temperaturas ligeiramente abaixo da média

05/03/2026 11:39 - Quinta-feira

De acordo com dados do Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas - CGE da Prefeitura de São Paulo, órgão ligado à Secretaria Municipal de Infraestrutura Urbana e Obras (SIURB), fevereiro terminou com chuvas e temperaturas ligeiramente abaixo da média.

Foram registrados 193mm de média na cidade, o que corresponde a 11,1% abaixo dos 217,2mm esperados para o mês. Dessa forma, o período mais seco observado em fevereiro continua sendo o de 2018 com apenas 64,0mm.

No ano de 2026 foram 26 dias com registro de índice pluviométrico durante o mês, e o dia 07/02 foi o mais chuvoso com 28,8mm de média na cidade, o que corresponde a aproximadamente 13,3% da média esperada.

“Os dias primeiro, três e sete apresentaram chuvas mais volumosas, com acumulados diários superiores aos 20mm. Apenas para efeito de comparação, somente estes três dias totalizaram 78,5mm, ou seja, praticamente 40,7% dos 193mm acumulados durante todo o mês”, comenta Michael Pantera, meteorologista do CGE da Prefeitura de São Paulo.

O CGE da Prefeitura de São Paulo mantém informações de chuva na capital paulista desde 1995 e segundo esse banco de dados, os anos com o mês de fevereiro mais chuvosos ocorreram em:

1995: 415,9mm

2019: 375,0mm

1999: 339,3mm

Já os anos menos chuvosos em fevereiro, foram:

2018: 64,0mm

2022: 75,1mm

1997: 117,0mm

As subprefeituras que registraram os maiores índices de chuva em fevereiro de 2026 foram:

Ermelino Matarazzo, Zona Leste: 277,0mm

Jaçanã/Tremembé, Zona Norte: 261,4mm

Campo Limpo, Zona Leste: 333,9mm

As subprefeituras que registraram os menores índices de chuva em fevereiro de 2026 foram:

Cidade Tiradentes, Zona Leste: 142,2mm

Lapa, Zona Oeste: 145,7mm

Pirituba/Jaraguá, Zona Norte: 147,9mm

As regiões da cidade registraram os seguintes índices pluviométricos:

Zona Leste: 205,7mm

Centro: 197,2mm

Zona Sul: 195,9mm

Zona Norte: 179,4mm

Zona Oeste: 161,9mm

Os recordes de fevereiro com relação às chuvas, são:

10/0/2020 o dia mais chuvoso já registrado em fevereiro com 92,4mm;

Fevereiro de 1995 foi o ano com o maior índice de chuva na cidade com 415,9mm;

Fevereiro de 2018 foi o ano com o menor índice de chuva na cidade com 64,0mm;

Fevereiro de 2020 foi o ano com o maior número de dias com chuva: 28;

 

Com relação às temperaturas, fevereiro apresentou mínimas próximas do esperado e máximas ligeiramente abaixo da média. Foram 19,3ºC, valor 0,2°C abaixo dos 19,5ºC de mínima e 27,9°C, valor 1,5°C abaixo dos 29,4°C de máxima esperados para fevereiro, de acordo com os dados do CGE da Prefeitura de São Paulo, que registra estas informações desde 2004. “As mínimas oscilaram em torno da média na maior parte do período, apenas com algumas madrugadas mais frias no final do mês, enquanto as máximas tiveram um comportamento ligeiramente diferente, já que alternaram valores abaixo e acima da média, mas com prevalência de valores abaixo do esperado”, explica Pantera.

Temperaturas médias, ocorridas na cidade em fevereiro de 2026 conforme monitoramento do CGE da Prefeitura de São Paulo:

Menor mínima média: 15,3°C em 28/02/2026;

Maior mínima média: 21°C em 12/02/2026;

Menor máxima média: 21,9°C em 27/02/2026;

Maior máxima média: 33,5°C em 13 e 16/02/2026;

Temperaturas absolutas, aquelas registradas em um único local, de acordo com o monitoramento do CGE da Prefeitura de São Paulo, em fevereiro de 2026:

Menor mínima absoluta: 11,9°C em 28/02/2026 na estação Parelheiros-Barragem, Zona Sul;

Menor máxima absoluta: 19,5°C em 27/02/2026 na estação de Marsilac, Zona Sul;

Maior mínima absoluta: 23,1°C em 13/02/2026 na estação CGE, no Centro;

Maior máxima absoluta: 36,3°C em 16/02/2026 na estação Vila Nova Cachoeirinha Zona Norte;

O CGE da Prefeitura de São Paulo mantém o monitoramento das temperaturas na cidade com o auxílio de 29 estações meteorológicas automáticas desde 2004 e conforme esse histórico, os recordes já ocorridos em um mês de fevereiro foram:

A menor mínima média na cidade: 15,4°C em 27/02/2014;

A menor mínima absoluta, em Engenheiro Marsilac, Zona Sul, com 12,2°C em 10/02/2019;

A maior máxima média na cidade: 36,7°C dia 02/02/2019;

A maior máxima absoluta, em Pinheiros, Zona Oeste, com 39,1°C dia 01/02/2019;

Com relação aos recordes de temperaturas ocorridos em 2026, o monitoramento do CGE da Prefeitura de São Paulo, têm os seguintes dados:

Mínima

Menor mínima média: 15,2°C em 21/01/2026;

Menor mínima absoluta: 11,9°C em 28/02/2026 na estação Parelheiros-Barragem, Zona Sul;

Maior mínima média: 21,5°C em 12/01/2026;

Maior mínima absoluta: 23,8°C em 12/01/2026 nas estações da Mooca e Penha, Zona Leste;

Máximas

Menor máxima média: 19,3°C em 21/01/2026;

Menor máxima absoluta: 17,6°C em 22/01/2026 na estação Parelheiros-Barragem, Zona Sul;

Maior máxima média: 34,2°C em 10/01/2026;

Maior máxima absoluta: 36,4°C em 10/01/2026 na estação Mooca, Zona Leste;

 

Para o mês de março, que marca o fim do verão, a previsão é de transição da atual fase de La Niña fraca para neutralidade climática, ou seja, sem influência dos fenômenos La Niña e El Niño, associados com temperaturas anômalas das águas do Pacífico Equatorial. A maioria dos modelos numéricos indicam que as chuvas para este mês devem ficar em torno da média, com temperaturas ligeiramente acima do esperado. Segundo o CGE da Prefeitura de São Paulo a média de chuva é de 175,3mm, com mínima média em 19°C e máxima média de 28,5°C.

Março de 2026


D S T Q Q S S
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8 9 10 11 12 13 14
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Fevereiro de 2026


D S T Q Q S S
1 2 3 4 5 6 7
8 9 10 11 12 13 14
15 16 17 18 19 20 21
22 23 24 25 26 27 28

Janeiro de 2026


D S T Q Q S S
28 29 30 31 1 2 3
4 5 6 7 8 9 10
11 12 13 14 15 16 17
18 19 20 21 22 23 24
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